A MINHA EXPERIÊNCIA COM A CONNECTING DOTS.

"No global foi uma experiência muito boa para mim, com uma evolução clara na minha relação com o meu filho. 
A ficha e descrição prévia, que nos pedem que enviemos, leva-nos a começar a pensar e rever os acontecimentos, o que é muito positivo, porque nos prepara para as sessões.
Deslocarem-se a casa, retirando toda a carga de ir a um gabinete de psicólogo, é uma das grandes mais valias. Teria grandes reservas em iniciar um processo com o meu filho no seu formato mais usual, que não tive neste.
Estar no nosso ambiente, e de forma informal, também faz com que estejamos logo à partida muito mais descontraídos e abertos à conversa.
O facto das sessões terem sido com os pais foi outro dos pontos muito positivos. Tiraram carga do nosso filho e centraram nas pessoas que tinham efetivamente que resolver.
Os resultados: muito bons para mim, porque a nossa conversa fez-me pensar em tudo o que estávamos a passar de forma completamente diferente. A forma como as psicólogas se puseram no lugar do meu filho e pelas suas palavras me levaram a pensar no que o meu filho deveria estar a sentir, fez-me rapidamente perceber que não estava a ter essa capacidade. 
A possibilidade de em situações de emergência ou quando não sabemos o que fazer podermos ligar para o telemóvel das psicólogas dá-nos conforto e segurança."

Marta, mãe do Pedro.


QUERO QUE O MEU FILHO SEJA FELIZ.

“Foram apenas necessárias 3 sessões, onde nos foram dadas dicas simples, para percebermos como poderíamos melhorar a nossa comunicação e a auto-estima do Vasco. E assim conseguimos alcançar o nosso principal objectivo: tornar o nosso filho numa criança mais segura e mais feliz! Recomendamos vivamente a Connecting Dots!.”
 
Inês e Miguel, pais do Vasco


CHEGA DE BIRRAS!

“A minha filha Joana, de 4 anos, era uma criança irritadiça e fazia birras explosivas cada vez que era contrariada. Tentámos lidar com ela de formas diferentes, mas a verdade é que vivíamos num clima de guerra, e sentíamos que não estávamos a ser bons pais.
Conhecemos as psicólogas da Connecting Dots que nos deram algumas pistas sobre o que se podia estar a passar entre nós e a nossa filha e nos ajudaram a encontrar formas diferentes de reagir perante as birras.
Percebemos que temos que ser firmes nas nossas atitudes, e reagir com calma e amor.
Aos poucos, a Joana foi ficando mais calma, aprendeu a esperar e a pedir o que quer de forma mais adequada.
A nossa vida em família é agora mais tranquila, nós sentimo-nos mais confiantes como pais e a nossa filha tem-se vindo a tornar numa menina mais calma, alegre e segura.”

Patrícia, 35 anos, mãe da Joana


A EXPERIÊNCIA DE UM PAI EXPATRIADO

“A minha profissão obriga-me a estar constantemente fora, no estrangeiro. Tenho 3 filhas pequenas, e esta distância é muito difícil para a nossa família. Sinto angústia por não poder estar com elas rapidamente em caso de urgência, e também por perder datas importantes. O mais difícil é eles serem pequenos e não perceberem o porquê de estas ausências acontecerem.
Recorremos à Connecting Dots e ajudaram-nos a explicar a situação aos nossos filhos e a encontrar formas de estarmos mais próximos, embora em países diferentes. E mostraram-nos como é tão importante ajudar as crianças a expressarem o que sentem.
Agora, apesar da saudade, vivemos todos mais tranquilos.”

Tiago, 38 anos, pai da Leonor, da Diana e da Luísa
 

COMO GERIR AS CRIANÇAS NUM DIVÓRCIO?

"Eu e a minha mulher decidimos separar-nos depois de já estarmos emocionalmente divorciados há muito tempo. O que nos uniu durante um momento e o outro foram os nossos filhos de 10 e 4 anos. Não sabíamos como lidar com a situação e tínhamos muito medo da reacção deles e do impacto que o divórcio poderia ter na sua vida emocional, escolar e até social. Pensámos várias vezes em pedir ajuda, mas temíamos que fosse um processo demorado e que nos fizesse equacionar o que estava claro para nós: queríamos deixar de ser marido e mulher, mas continuar a ser os melhores pais que conseguíssemos. A Connecting Dots ajudou-nos de forma rápida e muito eficiente e, por isso, estaremos para sempre agradecidos."


Manuel, 42 anos